Baque.
Uma forte pancada atingiu meu peito. Foi como se uma mão tivesse apertado meu coração silenciosamente quando você passou ao meu lado. Talvez tenha me notado, talvez tenha percebido que eu olhei diretamente para você. Mas você estava determinadamente olhando para a frente, e não era eu quem estava lá...
Alguém me ajude! gritei silenciosamente. Eu estava à deriva em meio a sua tempestade. Por favor, tenham piedade!, mas ninguém me ouviu e foi melhor assim.
E você passou por mim com seu olhar determinado, como se desdenhasse quem tanto a havia amado. Eu! Eu, que tanto a amei! E é assim que me retribui agora?!
Cobrança.
Pobre criança... pensei comigo mesmo. Não me referi a você, mas a mim. Eu, que tanto havia pregado a paz entre nós, mesmo após nosso repentino rompimento. Eu, que tantas vezes havia inflado meu peito ao dizer a todos que de ruim nada guardaria em relação a você...
Dúvida.
Não sabia mais onde ou com quem estava, e nem tampouco o que sentia! Só o que via era seu olhar. OLHAVA PARA A FRENTE!
Raiva.
Olhava para a frente, com seu olharzinho de desdém!
Ira.
Queria esmurrá-la até ver seu sangue jorrar!
Morte...
Alguém como você não deveria existir. Queria ter...meios para matá-la.
No entanto eu não tinha...E jamais conseguiria fazê-lo, mesmo que eu quisesse de verdade.
Dor.
Havia outro bem atrás de você. Como pôde ter feito isso? Como pôde não ter sofrido nem um pouquinho por mim? RESPONDA-ME!
Então eu acordei novamente para o mundo. Você passou por mim e desapareceu de minha vista. Eu estava aliviado, mas arrependido. Não deveria ter sentido tudo aquilo, mesmo que por aquele milésimo de segundo...Na realidade, tive medo de que durasse para sempre. Pensar nisto me horrorizou.
Mas eu não tinha mais tempo para pensar. Estava atrasado para a próxima aula. Precisava me apressar.
Levantei-me, caminhei e sorri intensamente quando me dei conta de que eu olhava para a frente. E, adivinha? Já não era mais você quem estava lá...
Uma forte pancada atingiu meu peito. Foi como se uma mão tivesse apertado meu coração silenciosamente quando você passou ao meu lado. Talvez tenha me notado, talvez tenha percebido que eu olhei diretamente para você. Mas você estava determinadamente olhando para a frente, e não era eu quem estava lá...
Alguém me ajude! gritei silenciosamente. Eu estava à deriva em meio a sua tempestade. Por favor, tenham piedade!, mas ninguém me ouviu e foi melhor assim.
E você passou por mim com seu olhar determinado, como se desdenhasse quem tanto a havia amado. Eu! Eu, que tanto a amei! E é assim que me retribui agora?!
Cobrança.
Pobre criança... pensei comigo mesmo. Não me referi a você, mas a mim. Eu, que tanto havia pregado a paz entre nós, mesmo após nosso repentino rompimento. Eu, que tantas vezes havia inflado meu peito ao dizer a todos que de ruim nada guardaria em relação a você...
Dúvida.
Não sabia mais onde ou com quem estava, e nem tampouco o que sentia! Só o que via era seu olhar. OLHAVA PARA A FRENTE!
Raiva.
Olhava para a frente, com seu olharzinho de desdém!
Ira.
Queria esmurrá-la até ver seu sangue jorrar!
Morte...
Alguém como você não deveria existir. Queria ter...meios para matá-la.
No entanto eu não tinha...E jamais conseguiria fazê-lo, mesmo que eu quisesse de verdade.
Dor.
Havia outro bem atrás de você. Como pôde ter feito isso? Como pôde não ter sofrido nem um pouquinho por mim? RESPONDA-ME!
Então eu acordei novamente para o mundo. Você passou por mim e desapareceu de minha vista. Eu estava aliviado, mas arrependido. Não deveria ter sentido tudo aquilo, mesmo que por aquele milésimo de segundo...Na realidade, tive medo de que durasse para sempre. Pensar nisto me horrorizou.
Mas eu não tinha mais tempo para pensar. Estava atrasado para a próxima aula. Precisava me apressar.
Levantei-me, caminhei e sorri intensamente quando me dei conta de que eu olhava para a frente. E, adivinha? Já não era mais você quem estava lá...
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